domingo, 5 de fevereiro de 2012

Uma história de (des)amor que não é a minha - parte I


(Oiço o rebentar das ondas na rocha, a gargalhada de uma criança para com um jovem que a acompanha, pela cumplicidade será o pai e faz-me pensar que só seremos mesmo felizes quando construirmos uma família ao lado de quem amamos. Perdida nos pensamentos o David "acorda-me" para a realidade).
David: Então vieste para a praia e não me disseste nada?!
Maria: Desculpa, julguei que estivesses ocupado.
David: Os amigos têm sempre tempo! E sabes que ao fim-de-semana venho sempre passear o Scooby
Maria: Desculpa mesmo pirilampo. Não foi por... Aiii! (Encolho-me e uma dor forte apodera-se da minha barriga)
David: (Preocupado) Está tudo bem?! Que se passa?!
Maria: Nada. Só uma dor estranha, já passa.
David: Mas 'tás bem? Não queres ir ao posto médico?
Maria: Não, não vale a pena, eu estou bem, não é nada demais.
David: Então anda eu levo-te a casa.
(David levou-me então a casa)
David: Vá deita-te no sofá, queres que te faça um chá?
Maria: Dave a casa é minha, ainda sei onde estão as coisas. Se precisar de algo eu vou buscar não preocupes. 
David: Não sejas assim, eu só te quero ajudar, que teimosa.
Maria: Vá, vai indo querido. Eu fico bem.
David: Se precisares de alguma coisa manda mensagem
(David beija-me na testa e dirige-se até à porta enquanto lhe faço um sorriso tímido.)

 - Sim agora vou começar a escrever uma história, não a aconselho.
Mas já não sabia que rumo dar ao meu querido blogue.
Espero que gostem e continuem a seguir, aceito sugestões. xoxo

6 comentários:

"Desaprender para aprender. Deletar para escrever em cima.
Houve um tempo em que eu pensava que, para isso, seria preciso nascer de novo, mas hoje sei que dá pra renascer várias vezes nesta mesma vida. Basta desaprender o receio de mudar"